A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público e determinou a prisão preventiva da influenciadora argentina Agostina Paez, acusada de realizar ofensas raciais contra funcionários de um bar em Ipanema.
Decisão Judicial
A decisão foi proferida pela 37ª Vara Criminal do Rio e incluiu medidas cautelares, como a proibição de deixar o país, retenção do passaporte e uso de tornozeleira eletrônica.
Detalhes do Caso
De acordo com os autos, Agostina, acompanhada de amigas, se desentendeu sobre a conta e dirigiu ofensas racistas a um funcionário do bar, chamando-o de "negro" de maneira depreciativa.
Ofensas e Testemunhos
Após ser advertida, a denunciada continuou a ofender, inclusive chamando uma funcionária de "mono" e fazendo gestos imitando o animal. Os relatos das vítimas foram corroborados por testemunhas e imagens do sistema de monitoramento.
Rejeição da Defesa
A versão da defesa de que os gestos eram brincadeiras foi rejeitada, especialmente considerando que uma amiga tentou intervir para interromper as ofensas.
Consequências Legais
O crime de racismo, conforme previsto na legislação brasileira, pode resultar em pena de prisão de dois a cinco anos.







