O bloco de rua Cordão do Boitatá, fundado em 1996 por estudantes e músicos, celebra 30 anos de carnaval com um evento especial no Circo Voador. Durante o ensaio geral de suas orquestras, o bloco homenageia seus padroeiros: o icônico compositor Pixinguinha e São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro.
Estreia no Circuito Preta Gil
Em 2026, o Cordão do Boitatá fará sua estreia no recém-nomeado Circuito Preta Gil, que acontece no centro do Rio de Janeiro. A concentração terá início na Rua Primeiro de Março, seguindo pela Avenida Presidente Antônio Carlos até a dispersão na Rua Araújo Porto Alegre. Essa mudança é uma homenagem à cantora Preta Gil, que faleceu em julho de 2022.
Características dos Megablocos
Os megablocos são conhecidos por atrair uma grande multidão, com participação que pode superar milhões de foliões. Eles se destacam pela estrutura grandiosa, que inclui trios elétricos, grandes palcos e a presença de artistas renomados. Além disso, exigem um grande esquema operacional da prefeitura em termos de segurança e limpeza.
Decisão Conjunta para a Mudança
A decisão de levar o Cordão do Boitatá para o circuito dos megablocos foi uma escolha conjunta entre a agremiação e a prefeitura do Rio, através da Riotur. Kiko Horta, diretor musical do bloco, ressaltou que essa mudança era um pleito antigo da organização.
A Necessidade de Espaço
Com uma orquestra composta por mais de 250 músicos, o Cordão do Boitatá precisa de ruas largas para desfilar. Kiko Horta destacou que o bloco já atraiu mais de 40 mil pessoas em seus cortejos, o que justifica sua inclusão no circuito.
Homenagens no Carnaval 2026
Durante o carnaval de 2026, o bloco prestará homenagem a Hermínio Bello de Carvalho e Hermeto Pascoal, entre outros grandes nomes da música brasileira. Kiko Horta sugere que o público pode esperar mensagens significativas relacionadas a eventos recentes no Brasil e no mundo.
Expectativas para o Público
Com a mudança para o Circuito dos megablocos, o Cordão do Boitatá espera um aumento significativo na adesão do público. Horta menciona que o bloco é uma experiência de carnaval única, onde a interação entre os participantes é fundamental para a celebração.
