Brasilienses Conquistam o Mundo Através da Música

Ravi Shankar Domingues, um músico brasileiro, teve sua jornada musical iniciada na infância, enquanto caminhava com sua avó em Santo Antônio do Descoberto (GO) para vender pano de prato na feira. Desde cedo, ele se dividia entre a escola pública, o coral da cidade e uma banda de forró, vivendo uma realidade humilde, mas repleta de intensidade.

A Descoberta do Oboé

Aos 42 anos, Ravi reflete sobre sua trajetória, entendendo que sua vida não é uma composição solo, mas sim uma obra colaborativa. A inspiração para sua mudança de trajetória veio através do oboé, um instrumento que o cativou na Escola de Música de Brasília, localizada a mais de 40 quilômetros de sua residência.

Desafios e Oportunidades

Ravi foi apresentado ao oboé na adolescência por um amigo da família e, apesar das dificuldades financeiras, buscou apoio para frequentar a escola. A jornada incluía acordos com sua tia e apresentações locais para arrecadar dinheiro. Ele acordava às 4h30 diariamente para conciliar todas as atividades.

A Influência da Escola de Música

Recentemente, Ravi participou de um curso internacional de verão na Escola de Música de Brasília, onde teve a oportunidade de compartilhar sua experiência com os alunos de oboé. Ele reconhece que as histórias dos novos estudantes ecoam suas próprias vivências.

Valorização do Conhecimento

O diretor da escola, Davson de Souza, destacou a importância de trazer músicos renomados, como Ravi, para inspirar os alunos. O curso visa não apenas ensinar música, mas também transmitir lições de vida e a importância da educação.

Superando Adversidades

Ravi enfrentou grandes desafios após perder seus pais na infância, sendo criado por seus avós. Mesmo assim, ele conseguiu ingressar na Escola de Música e posteriormente na Universidade de Brasília, onde se formou em música.

Carreira e Contribuições

Depois de se apresentar em várias orquestras e de ter um sonho de estudar fora, Ravi foi para a Alemanha e, posteriormente, integrou a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Hoje, como professor na Universidade Federal da Paraíba, ele fundou a Associação Brasileira de Oboé e Fagote, além da Rede Brasileira de Saúde do Artista.

A Nova Geração de Músicos

Outro destaque no curso de verão é Lucas Borges, trombonista e docente na Universidade de Ohio, que também começou sua trajetória musical na banda marcial. Ele compartilha sua paixão pela música com os alunos, ressaltando a beleza dos instrumentos.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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