Lançada globalmente pela Netflix em 5 de fevereiro, a série Rainhas da Grana surge como uma nova aposta no gênero 'heist drama', trazendo uma narrativa com identidade própria. Originalmente intitulada Les Lionnes, a produção francesa combina ação, humor ácido e protagonismo feminino, apresentando uma história repleta de adrenalina e crítica social.
Uma Premissa Instigante
A trama de Rainhas da Grana gira em torno de cinco mulheres comuns que, diante de dificuldades financeiras, decidem assaltar um banco disfarçadas de homens. Embora o plano comece a funcionar, a situação rapidamente se complica, levando-as a uma caçada envolvendo polícia e criminosos profissionais.
A Identidade Francesa da Produção
Com um forte DNA francês, Rainhas da Grana foi criada por Olivier Rosemberg e Carine Prévot, conhecidos por seu trabalho em Family Business. O envolvimento de Jonathan Cohen, tanto como produtor quanto ator, cria uma conexão com o público que já aprecia outras séries francesas na plataforma.
Elenco e Conexões
O elenco é liderado por Rebecca Marder e conta com Zoé Marchal, Tya Deslaurieux, Naidra Ayadi e Pascale Arbillot, apresentando uma diversidade que desafia os estereótipos tradicionais do gênero. A presença de rostos familiares da Netflix, como em O Crime É Meu e Lost Bullet, facilita a identificação do público.
Temas Relevantes
A série também se destaca por sua ambientação realista, gravada em locais icônicos do sudeste da França e de Paris. Rainhas da Grana aborda questões contemporâneas, como desigualdade social e invisibilidade, ao transformar mulheres comuns em protagonistas em uma narrativa de crime.
Expectativas para o Futuro
Com uma premissa atraente e uma execução que promete se alinhar com seus temas, Rainhas da Grana tem potencial para atrair a atenção do público, especialmente por meio do efeito boca a boca, algo que frequentemente contribui para o sucesso de séries na Netflix.
Fonte: https://mixdeseries.com.br








