9 Curiosidades Fascinantes sobre a Série O Roubo do Prime Video

A nova aposta do Prime Video, O Roubo (título original Steal), chegou chamando atenção por transformar algo improvável em combustível para um thriller de alto estresse: um fundo de pensão. A seguir, reunimos 9 curiosidades que ajudam a entender por que a série virou assunto logo na estreia.

Curiosidades sobre a série O Roubo do Prime Video

1. Não é baseada em uma história real… mas quase. O Roubo não adapta um crime específico que aconteceu de verdade. Ainda assim, a ideia nasceu de uma experiência real do criador Sotiris Nikitas, que trabalhou por anos em uma empresa de investimentos. O 'e se' que deu origem à série foi simples e perturbador: e se o escritório fosse assaltado?

Ambiente Corporativo Realista

2. O ambiente corporativo é assustadoramente fiel. Mesmo sem um roubo real como base, os procedimentos financeiros mostrados na série são autênticos. Nikitas afirmou que o processo de transferência de bilhões segue exatamente como funcionaria no mundo real, dando um peso extra às cenas mais tensas.

Impacto Social do Roubo

3. O roubo envolve dinheiro de aposentadoria. O diferencial mais inquietante da trama está no alvo: £4 bilhões de fundos de pensão. Não é apenas um golpe financeiro, mas um crime que afeta diretamente o futuro de milhões de pessoas, levantando dilemas morais ao longo da série.

Desempenho de Sophie Turner

4. Sophie Turner vive sua personagem mais vulnerável. Conhecida por papéis fortes e contidos, Sophie surpreende como Zara, uma funcionária comum jogada em uma situação extrema. A atriz aposta em nervosismo, culpa e medo constantes, criando uma protagonista longe do estereótipo de 'heroína de thriller'.

Mudança na Narrativa

5. A série começa como heist… e vira outra coisa. Nos primeiros episódios, O Roubo parece seguir o manual clássico de histórias de assalto. Mas, após o crime, a narrativa muda de foco para investigar as consequências psicológicas, legais e morais do que aconteceu.

Questões Morais em Destaque

6. A pergunta central não é 'quem roubou?'. Em vez de apostar apenas no mistério, a série provoca uma reflexão mais desconfortável: quem são os verdadeiros vilões? Os criminosos armados ou as instituições financeiras que lidam friamente com o dinheiro e a vida das pessoas?

Complexidade do Detetive

7. O detetive também tem um ponto fraco. O investigador Rhys Covec, vivido por Jacob Fortune-Lloyd, foge do arquétipo do policial infalível. Seu vício em apostas ameaça comprometer decisões importantes, tornando a investigação tão instável quanto os suspeitos.

Formato para Binge-Watch

8. A série foi pensada para maratona. O Prime Video lançou os seis episódios de uma vez, e isso não foi por acaso. O ritmo é deliberadamente mais lento no meio da temporada, algo que funcionaria mal no formato semanal, mas se encaixa melhor no binge-watch.

Ironia no Título

9. O título original carrega uma ironia. Steal não se refere apenas ao roubo literal. O título também sugere como o sistema corporativo 'rouba' tempo, energia e propósito de quem trabalha nele. A série brinca o tempo todo com essa dupla interpretação.

Fonte: https://mixdeseries.com.br

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