Os fundos imobiliários de tijolo da Kinea iniciam 2026 em fases diferentes, mas enfrentando um cenário comum: juros elevados, um mercado secundário seletivo e a necessidade de gestão ativa para maximizar o valor.
Estratégia do KORE11
Carlos Martins, gestor do segmento, explicou como a estratégia do KORE11 (Kinea Oportunidades) foi adaptada diante das dificuldades. O fundo foi lançado em um período desafiador, com alta vacância e custo de capital elevado.
Aquisições Oportunísticas
Para contornar a situação, o KORE11 adotou uma abordagem oportunística, estruturando aquisições que permitiram ao fundo receber 100% do imóvel e da renda, com pagamentos parcelados.
Martins ressaltou que essa estratégia proporcionou um carrego positivo enquanto os juros se mantinham altos, permitindo ao fundo distribuir rendimentos atrativos no início de sua trajetória.
Desafios do KNRI11
Por outro lado, o KNRI11 (Kinea Renda Imobiliária) apresenta um portfólio maduro, mas enfrenta desafios específicos, principalmente em relação aos ativos de escritórios no Rio de Janeiro.
Reciclagem de Portfólio
Martins destacou que, embora a situação na Zona Sul do Rio esteja melhorando, o KNRI11 se beneficia de uma estratégia de reciclagem de portfólio, vendendo ativos adquiridos a preços baixos para gerar lucro.
Recentemente, o fundo finalizou vendas significativas, como os ativos Atenas e o imóvel em Jundiaí, ambas contribuindo para a liquidez e capacidade de distribuição do fundo.
Fonte: https://www.infomoney.com.br








