A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que a análise da suspeição do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), somente será considerada caso haja uma provocação formal.
Situação Atual da PGR
Atualmente, não há representações formais na PGR que questionem a conduta de Toffoli, o que impede qualquer discussão sobre o tema internamente.
Contexto do Caso
O foco das atenções se dá em função de aportes financeiros feitos por Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, em um fundo de investimentos ligado ao resort dos irmãos de Toffoli. Isso gerou apelos por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis conflitos de interesse.
Atuação da PGR em Casos Similares
Historicamente, a PGR atua mediante a provocação de outros órgãos ou cidadãos. Um exemplo recente foi a análise sobre o envolvimento da esposa do ministro Alexandre de Moraes com o Banco Master, que só ocorreu após uma representação formal.
Posicionamento do Procurador-Geral
Paulo Gonet, procurador-geral, afirmou que não encontrou indícios concretos para apurar as suspeitas que envolvem Moraes, ressaltando a falta de evidências que sustentem as acusações.
Implicações da Investigação
Caso a PGR receba uma representação formal sobre a suspeição de Toffoli, a análise poderá ser iniciada, mas até o momento, a ausência de provocação impede qualquer movimentação nesse sentido.
Fonte: https://www.infomoney.com.br
