A prática de short selling envolve tomar emprestada uma ação para vendê-la, com a expectativa de recompra a um preço inferior no futuro. Os investidores buscam lucrar ao devolver a ação ao credor após a venda.
Análise da XP Sobre Ações Com Alta Demanda
Um novo relatório da XP detalha as ações da B3 que apresentam alta demanda para aluguel, avaliando três parâmetros principais: short interest, days to cover (DTC) e taxa de aluguel.
Entendendo as Métricas
O short interest indica a proporção de ações alugadas que ainda não foram recompradas, enquanto o DTC revela quantos dias seriam necessários para cobrir as posições de short selling. Taxas de aluguel mais altas sugerem maior interesse em posições vendidas.
Setores em Destaque
O setor de Varejo se destacou, especialmente com ações do Pão de Açúcar (PCAR3) e Magazine Luiza (MGLU3), ambas com taxas de aluguel de 19%. A Braskem (BRKM5) e a PetroReconcavo (RECV3) também mostraram variações significativas.
Principais Ações com Taxas Elevadas
As três companhias com as maiores taxas de aluguel superaram 26%, incluindo a CPFL Energia (CPFE3) com 28,1%, Raizen (RAIZ4) com 26,7%, e Cruzeiro do Sul (CSDE3) com 26,6%.
Tendências no Short Interest
O relatório também revelou que o short interest mediano do Ibovespa caiu para 6,9%, enquanto as posições em aberto aumentaram para R$ 139,8 bilhões. O Agronegócio lidera com o maior short interest, atingindo 17,6%.
Companhias com Maior Short Interest
As companhias com os maiores índices de short interest incluem o Grupo Casas Bahia com 42,5%, seguido por Raizen (RAIZ4) e Boa Safra (SOJA3), com 32% e 28,6%, respectivamente.
Fonte: https://www.infomoney.com.br








