Bad Bunny não teve um cachê elevado para sua apresentação no show do intervalo do Super Bowl LX, realizado neste domingo (8). Assim como outros artistas que passaram pelo palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos, o cantor porto-riquenho receberá apenas o 'valor de sindicato' — cerca de US$ 1.000 por dia de trabalho. O custo do espetáculo é custeado pela NFL.
Exposição e Oportunidades
Após sua apresentação, Bad Bunny declarou 'God bless America', seguido por 'seja Chile, Argentina…' e citou todos os países do continente americano. A verdadeira compensação para os artistas que se apresentam no Super Bowl não é financeira, mas sim a exposição que recebem. O show do intervalo é reconhecido como um dos palcos mais valiosos do entretenimento ao vivo.
Impacto no Carreira dos Artistas
Jon Barker, vice-presidente sênior da NFL, comentou sobre o impacto do evento, salientando que a oportunidade de se apresentar para 250 milhões de pessoas, além das repercussões nas redes sociais e plataformas de streaming, é inestimável. Por exemplo, a apresentação de Rihanna em 2023 atraiu um recorde de 121 milhões de espectadores e gerou significativo retorno promocional para sua linha de maquiagem, Fenty Beauty.
Artistas como Shakira, Justin Timberlake e Bruno Mars também observaram aumentos substanciais em streams e vendas após suas performances no Super Bowl. A visibilidade global do evento, aliada à interação nas redes sociais e serviços de música, costuma resultar em lucros indiretos e uma valorização da marca dos artistas.
Bad Bunny parece seguir essa estratégia. Embora receba um cachê simbólico, sua participação em um palco de tamanha notoriedade pode amplificar sua imagem globalmente, além de potencialmente aumentar streams, turnês, parcerias comerciais e outros projetos após o evento.
Fonte: https://www.infomoney.com.br








