Com a segunda temporada de Xógum cada vez mais distante — prevista apenas para o fim de 2027 —, os fãs do aclamado drama histórico da FX ficaram órfãos de uma produção à altura. A série se tornou um fenômeno por sua ambição narrativa, rigor estético e abordagem adulta do choque entre culturas no Leste Asiático. Nesse cenário, a chegada de Sandokan, nova minissérie da Netflix, surge quase como um presente inesperado.
O que Sandokan entrega ao público
Baseada nos romances de Emilio Salgari, Sandokan acompanha a trajetória do lendário pirata malaio conhecido como o “Tigre da Malásia”. Ambientada em 1841, a série mistura aventura marítima, conflitos políticos e romance, tendo como pano de fundo o imperialismo britânico no Sudeste Asiático.
Protagonista e Carisma
O protagonista, vivido por Can Yaman, carrega o mesmo magnetismo e senso de liderança que fizeram de personagens como John Blackthorne figuras tão marcantes em Xógum.
Semelhanças que explicam a comparação
Embora se passe cerca de dois séculos depois de Xógum, Sandokan compartilha elementos essenciais com a série da FX: produção caprichada, figurinos detalhados, intrigas coloniais e personagens estrangeiros tentando sobreviver em territórios dominados por códigos culturais rígidos.
Conflitos Políticos e Contexto Histórico
Além disso, a presença da Companhia das Índias Orientais como força opressora cria paralelos claros com os conflitos políticos vistos em Xógum.
Sucesso imediato e timing perfeito
Mesmo sendo uma produção italiana, Sandokan rapidamente entrou no Top 10 da Netflix em diversos países, impulsionada pela boa dublagem em inglês, pelo elenco internacional e pelo apetite atual do público por épicos históricos.
Atração para os fãs do gênero
Com Xógum temporariamente fora do radar, a série ocupa esse espaço com eficiência, oferecendo ação, drama e exotismo na medida certa para manter os fãs do gênero completamente envolvidos.
Fonte: https://mixdeseries.com.br
